sexta-feira, 30 de novembro de 2018

A gente só conhece bem as coisas que cativou


Como não andamos com muita paciência, por consequência, não cativamos e como não cativamos, não conhecemos ninguém de verdade. Contentamo-nos em passar pela vida conhecendo apenas representações. Muito preocupados em aparecer, esquecemos como é bom ser importante para alguém, pois quando somos importantes, ainda que deixemos de existir, continuamos existindo no outro.

Existindo em função dos laços que criamos, das horas “perdidas” cativando. Existindo em cada pedacinho que respira. Existindo em cada nó que forma o laço. E como nós são pequenos, dificilmente os veremos com os olhos, mas é um erro procurá-los com os olhos, pois: “Só se vê bem com o coração. O essencial é invisível aos olhos.”         (Autor: Erick Morais)

quarta-feira, 28 de novembro de 2018

A mudança é difícil no começo, confusa no meio e linda no final


Num tempo marcado por muitas mudanças, é importante estar aberto para acolher as propostas desse momento. Além de mudar, é preciso que a vida seja continuamente reinventada. Não se trata de obsessão por novidades, mas de uma nova consciência diante de um mundo que é veloz e exigente. Falar de mudança é abordar o processo que dinamiza a transformação. Praticamente tudo é processual na vida. As etapas vão se sucedendo, o aprendizado se efetiva, a maturidade é confirmada. No começo, a mudança vem acompanhada de um grau elevado de dificuldade.

Alguns desistem já no início, pois não possuem afinidade com a transformação e não desejam sair da zona de conforto. Toda mudança tem um somatório de exigências em seu início. Até se apresenta um pouco confusa, lá pela metade do processo. Mas uma mudança bem encaminhada terá sempre um final feliz. Durante as etapas, a persistência se faz mais do que necessária. Acontece que a grande maioria não quer fazer nenhum sacrifício e acaba perdendo a preciosidade e o sabor que a mudança proporciona no coroamento do processo. Todos têm algo que poderia ser transformado.

A perfeição nunca será uma realidade acabada, mas uma meta a ser perseguida. É simplesmente maravilhoso estar aberto às mudanças, permitindo que a vida se encontre com a criatividade e desencadeie um jeito novo de olhar para os fatos, um sentimento elevado dia das possibilidades e uma alegria sem fim na convivência com os demais.

(Autor: Frei Jaime)


terça-feira, 27 de novembro de 2018

A parábola do dia: A pedra da traição


Um homem condenado à morte ia ser apedrejado. Os carrascos lhe jogaram grandes pedras.

O réu suportou o terrível castigo em silêncio, nenhum grito! Na sua condição, compreendia que a desgraça havia caído sobre ele e que seus gritos de nada serviriam.

Passou por ali um homem que havia sido seu grande amigo. Pegou uma pequenina pedra e atirou na direção do condenado… Somente para demonstrar que não conhecia, e assim, não ser julgado injustamente também!

O pobre condenado, atingido pela pequenina pedra, atirada por seu amigo, deu um grito bem alto!!!

O rei, que a tudo assistia, ordenou que um de seus lacaios perguntasse ao réu porque ele gritara quando atingido pela pequena pedra, depois de haver suportado enormes pedras de tantas outras pessoas…

O condenado respondeu: - As pedras grandes foram atiradas por homens que não me conhecem, que não sabem das minhas lutas, da minha história, dos meus caminhos e do meu caráter, por isso me calei!

- Mas, a pequenina pedra foi jogada por um homem que foi meu companheiro, meu amigo, meu confidente! Por isso gritei!!!

- Lembrei de sua amizade nos tempos de minha felicidade. E agora vi sua felicidade quando me encontro na desgraça.

O rei compadeceu-se e ordenou que o pusessem em liberdade, dizendo que mais culpado do que ele, era aquele que abandonava o amigo naquela hora em que ele mais precisava!

A parábola nos dá a nota de quanto dói a ingratidão de um amigo. Quanto mais estimamos e confiamos em alguém, maior dor nos causará sua traição! Pense nisso e viva melhor!

Fonte: Motivação e Foco

segunda-feira, 26 de novembro de 2018

A PARÁBOLA DO DIA: A ROSA


Um homem plantou uma rosa e passou a regá-la constantemente. Antes que ela desabrochasse, ele a examinou e viu o botão que em breve desabrocharia, mas notou espinhos sobre o talo e pensou,

“Como pode uma flor tão bela vir de uma planta rodeada de espinhos tão afiados?”

Entristecido por este pensamento, ele se recusou a regar a rosa e, antes mesmo de estar pronta para desabrochar, ela morreu.

Assim é com muitas pessoas. Dentro de cada alma há uma rosa: são as qualidades dadas por Deus. Dentro de cada alma temos também os espinhos: são as nossas falhas. Muitos de nós olhamos para nós mesmos e vemos apenas os espinhos, os defeitos. Nós nos desesperamos, achando que nada de bom pode vir de nosso interior.

Nós nos recusamos a regar o bem dentro de nós e, consequentemente, ele morre. Nunca percebemos o nosso potencial. Algumas pessoas não veem a rosa dentro delas mesmas.
Portanto alguém mais deve mostrar a elas. Um dos maiores dons que uma pessoa pode possuir ou compartilhar é ser capaz de passar pelos espinhos e encontrar a rosa dentro de outras pessoas. Esta é a característica do amor.

Olhar uma pessoa e conhecer suas verdadeiras falhas. Aceitar aquela pessoa em sua vida, enquanto reconhece a beleza em sua alma e ajudá-la a perceber que ela pode superar suas aparentes imperfeições.

Se nós mostrarmos a essas pessoas a rosa, elas superarão seus próprios espinhos. Só assim elas poderão desabrochar muitas e muitas vezes. Portanto sorriam e descubram as rosas que existe dentro de cada um de vocês e das pessoas que amam.


domingo, 25 de novembro de 2018

Da juventude de Carille a experiência de Felipão! Técnico do Palmeiras se torna o mais velho a conquistar o Brasileirão



Scolari superou desconfiança de parte da torcida e da imprensa e aumentou ainda mais o seu currículo já vitorioso no clube alviverde.

Muitos pensaram que depois de Fábio Carille, então com 44 anos, ter levado o Corinthians ao título do Campeonato Brasileiro de 2017, a juventude tomaria conta do cenário de treinadores e fecharia espaço para profissionais mais experientes. Um ano depois, porém, Luiz Felipe Scolari recoloca os mais “velhinhos” no topo ao levar o Palmeiras ao decacampeonato brasileiro.

Com o título, inclusive, Felipão, que completou 70 anos no dia 9 de novembro, passa a ser agora o treinador mais velho a conquistar o Brasileirão, superando Antônio Lopes, que, em 2005, levantou a taça à frente do Corinthians aos 64 anos.

O "político mal pastor" e o "político lobo"


Para os políticos mentirosos, a mentira é uma forma de sobrevivência no deserto...

Um "político mal pastor", encarregado de tomar conta de um "rebanho de ovelhas" (população) de uma cidade do Vale do Assú, por várias vezes, faz com que os mais carentes venham correndo para a prefeitura ("local do pasto"), sempre motivados pela "vantagem" compra de votos futuros: "Aluguel! Vale gás! Passagem! R$ 50,00!"

E quando a população carente chega no "local do pasto" (prefeitura) imaginando que o "político mal pastor" estava ali sempre para ajudar sem nenhum interesse próprio, mas lá está o demagogo sempre a zombar das dificuldades dos munícipes mais necessitados. Alguns chegam até prometer "água mineral" nas torneiras da população. Um verdadeiro "político utópico" que ao invés de água mineral, o que jorra é muita lama nos esgotos a céu abertos das nossas ruas esburacadas.

O "político lobo", entretanto, se aproveitando de tantas humilhações, de fato se aproxima do povo carente. Então, o "político mal pastor", em época de campanha política, tomado pelo medo de perder a verdadeira "mamada nas ovelhas". Em seu discurso promete o céu e a terra:  - Preciso do apoio de vocês "ovelhinhas", vamos continuar fazendo sempre o melhor para nossa querida cidade. Mas o "político lobo" consegue atrair quase todo o rebanho com as falsas promessas do "político mal pastor".

Hoje em dia, quase ninguém acredita em um "político mal pastor" mentiroso, mesmo quando ele se dispõe a falar a verdade...

"Político lobo" sem palavra... é um político sem honra...

Na Bíblia no livro de João, capítulo 10, Jesus Cristo conta a conhecidíssima parábola do Bom Pastor, a qual diz que as ovelhas sempre seguirão a voz de seu pastor em vez de seguirem o comando de estranhos, sob o risco de serem mortas por seus predadores. Nessa parábola, alerta-se sobre o papel da liderança nas nossas vidas, lembrando-nos que um pastor não pode ser autoritário, senão as ovelhas pastoreadas não responderão mais aos seus comandos.

O trecho bíblico, aplicado à realidade política atual, vem muito a calhar no que concerne à política no VALE DO ASSÚ. Os políticos e seus partidos, sempre se colocam à frente como "Salvador das virtudes humanas", que com uma boa "maquiagem" ou "curral eleitoral" acaba por atrair muitas pessoas para ser seus seguidores. O discuso demagogo, prometendo acabar com todos os problemas da cidade, acaba por transformar candidatos políticos nos “Bons Pastores” que conduzirão as ovelhas – no caso a população – para um caminho onde terão todos os confortos e empregos.

A situação atual exige muitos cuidados com os lobos travestidos de bons pastores. Vejamos as cidades do Vale do Assú: são mostras suficientes de que os políticos são, na verdade, destruídores - "vândalos" - do patrimônio público. A população deve evitar políticos que já mostraram que querem transformar a nossa cidade em um bem pessoal, evitando, assim, que caiam nas falsas promessas dessas pessoas de moral duvidosa e corruptos que querem deixar para todos nós um caminho de servidão.

Endrison dos Santos 

sábado, 24 de novembro de 2018

A parábola do dia: Combater a causa


Sentados à beira do rio, dois pescadores seguram suas varas à espera de um peixe. De repente, gritos de crianças trincam o silêncio.

Ambos se assustam, olham em frente, olham para trás.

Os gritos continuam e nada. Vêem então que a correnteza trazia duas crianças, pedindo socorro. Os pescadores pulam na água. Só conseguem salvá-las à custa de grande esforço. Mais berros quando estão prestes a sair do rio. Notam quatro crianças debatendo-se, tentando salvar suas vidas. Só conseguem resgatar duas e sentem, além do cansaço, a frustração pela perda.

Não refeitos, ofegantes, exaustos, escutam uma gritaria ainda muito maior. Desta vez, oito pequenos seres vêm sendo trazidos pela correnteza. Um pula na água, o outro vira-se rumo à estrada que acompanha a subida do rio.

O amigo que pulou na água grita:

– Você enlouqueceu, não vai me ajudar?

Sem parar o passo, o outro respondeu:

– Tente fazer o que puder. Vou verificar por que as crianças estão caindo no rio.

Combater o efeito é ser eficiente, mas combater a causa é ser eficaz.

Fonte: Refletir para refletir 

PROFESSOR ENDRINHO COM APOIO DOS PAIS ENTREGA UNIFORMES PARA EQUIPE DE FUTSAL FEMININO NO BAIRRO SÃO FRANCISCO

Na noite desta quinta-feira,  20.02.2025 , o professor Endrison dos Santos, com graduação em Pedagogia e Educação Física. Especializações em...